Nova coordenação do Inapaf: “Ser família como Deus quer”

tico_e_veraO casal Tico e Vera assume uma nova missão: coordenar o Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar (INAPAF) ligado à Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF). Eles deixaram a coordenação nacional da Pastoral Familiar, em março deste ano, após exercerem o cargo por duas gestão. O Inapaf é escola criada para promover a formação geral de agentes para a Pastoral Familiar e para outras Pastorais, o Ensino Religioso e demais campos de evangelização.

Tico e Vera são os novos responsáveis pela assessoria pedagógica nacional do Inapaf. Durante muitos anos essa função foi ocupada pelo casal, João Bosco e Eunides, que permanace auxiliando nas atividades do Instituto. 

“O Inapaf é fruto de louvável e sábia iniciativa da Comissão Nacional de Pastoral Familiar. Seu desenvolvimento é o somatório da dedicação de muitos irmãos queridos que se doaram na realização do projeto que é uma resposta aos desafios lançados pela Igreja, para que se promova efetiva ajuda à família”, testemunha, João Bosco e Eunides.

História

O Inapaf completou 22 anos. Foi no dia 24 de junho de 1992, que o então Setor da Família, hoje, Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, propôs a criação do instituto. Na ocasião, a implantação do projeto contou com o empenho e dedicação de dom Aloysio Leal Penna, que coordenou a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), e de representantes da arquidiocese de Curitiba, entre eles, o bispo, dom Pedro Pedalto.

Com sede em Brasília (DF), o Instituto tem por objetivo promover a formação geral de agentes para a Pastoral Familiar e para outras Pastorais, o Ensino Religioso e demais campos de evangelização. Tem como missão, a difusão da vivência de valores humanos e cristãos em família e em sociedade.

Vida e missão

O amor pela missão e empenho são características que inspiraram a liderança assumida pelo casal Tico e Vera. A aproximação com Pastoral Família se deu com a participação no Encontro de Casais com Cristo (ECC). Foram representantes do ECC na Pastoral Familiar e, depois de três anos de caminhada, assumiram a coordenação diocesana. Durante 5 anos, estiveram à frente da coordenação regional da Pastoral Familiar.

O que aprenderam?

“Na coordenação nacional da Pastoral Familiar, aprendemos a amar e conhecer mais a nossa Igreja. Crescemos como pessoa e também em nosso relacionamento de casal. Consolidamos, de forma positiva, a nossa vivência familiar. Tivemos a oportunidade de colocar todo esse aprendizado à outras famílias, na dinâmica das famílias que evangelizam as famílias”.

A importância desta missão

“A Pastoral Familiar se preocupa com o bem estar da família, em qualquer situação que ela se encontre. Por meio dos agentes que atuam em suas bases, a Pastoral Familiar vai ao encontro dessas famílias, iluminando a vida e os relacionamentos, buscando colaborar na superação das dificuldades do casal”.

Quais os desafios pastorais?

“O grande desafio da Pastoral Familiar é fazer com que as famílias entendam que Deus deve ser o centro da família. Ultimamente, as famílias esqueceram da importância da bênção de Deus para a vida. É necessário esquecer a cultura do secularismo que atua no mundo e voltar ao princípio criador, onde homem e mulher foram apresentados para juntos construir esse Reino. A família é patrimônio da humanidade e tudo passa pela família. Para que o mundo seja melhor é necessário que a família evolua. Contudo, é preciso que o homem e a mulher compreendam o seu papel na construção da família, que deve ser a hospedagem do amor, da graça e misericórdia de Deus”.

Mensagem

“Desejamos que que as famílias se amem, que os casais vivam o amor. É preciso viver a fraternidade entre o casal para ser possível construir a conjugalidade. Se os casais se amarem, forem companheiros e cúmplices, certamente estarão aptos a fazer o exercício da paternidade responsável. Assim, podemos ser família, como Deus quer. Que os pais sejam exemplos para seus filhos. Vendo os pais se amarem, com certeza, os filhos irão reproduzir esse amor na vida deles”.

Autor: PastoralFamiliar

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