2º Congresso Nacional de Planejamento Familiar reúne 200 pessoas em Brasília

 Organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Arquidiocesana de Bioética de Brasília, o 2º Congresso Nacional de Planejamento Familiar, aconteceu entre os dias 28 e 30 de outubro e reuniu mais de 200 pessoas, na Capital Federal. Métodos naturais, o amor entre pai e mãe e a educação cristã dos filhos foram os temas discutidos.

“A nossa Igreja é chamada a ser santa”, iniciou dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), na missa de abertura do Congresso. No dia dedicado a São Judas Tadeu, 28 de outubro, o arcebispo destacou o testemunho dos santos para os cristãos na atualidade. “Precisamos ser santos nos diversos ambientes que frequentamos: família, escola, comunidades e também na vivência da sexualidade e afetividade”.

Nesta edição, o Congresso tem como tema “Construir a Família: por amor, com amor e para o amor!” Além de aprofundar a interação do trabalho pastoral no campo familiar, o objetivo do evento é fazer com que o amor conjugal e a vivência sadia da sexualidade sejam, de fato, compreendidos e seguidos segundo os planos de Deus. “Aqui vamos refletir a respeito da transmissão responsável da vida. Precisamos testemunhar com firmeza os valores da Igreja, principalmente os relacionados ao matrimônio. Não podemos desanimar”, declarou dom Sérgio.

A primeira palestra do evento, também presidida por dom Sérgio, abordou a questão antropológica e bíblica da sexualidade. O reconhecimento da dignidade da pessoa humana e de uma ética na sexualidade foram constantemente sublinhadas pelo arcebispo. “A dignidade precisa ser respeitada, pois é dom do Criador”, disse. Esse pensamento tem como base a “imagem e semelhança do homem (criatura) perante Deus (criador). A partir daí pode-se afirmar que a sexualidade não pode ser reduzida ou desprezada na totalidade do ser”, ressaltou dom Sérgio.

Além do arcebispo de Brasília, o evento contou com a participação do bispo auxiliar de Brasília, dom Leonardo Ulrich Steiner, e do presidente da Comissão para a Vida e a Família, dom José Carlos Petrini e do integrante da mesma Comissão, dom Antônio Augusto Dias Duarte.

 

Autor: PastoralFamiliar

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