Sete benefícios do acompanhamento pós-aborto

A Igreja tem seu posicionamento firme e claro sobre o aborto, sempre a favor da vida. Mas uma questão que não pode ser esquecida é a preocupação tanto com a vida do bebê, quanto à vida da mãe. No caso do pós-aborto, a Igreja deve ser presença de misericórdia, reconciliação e esperança para, principalmente, as mulheres que passaram por este tipo de experiência e que sofrem Sequelas Pós-Aborto (SPA). Nestes casos, se apresenta como solução na superação desta síndrome um acompanhamento longo, que pode proporcionar ao menos sete benefícios.

O atendimento pastoral às mulheres afetadas pelas SPA considera a experiência dessas mães que sentem uma morte interior ou a perda do sentido da vida, também porque o processo do aborto desencadeia na mulher sentimentos como ansiedade, medo, culpabilidade, pânico e pressão.

Este acompanhamento pós-aborto está inserido em um programa de intervenção de crises voltado para as segundas vítimas do aborto, com metas e passos específicos. Quem oferece este auxílio deve estar capacitado para o acompanhamento pós-aborto.

Capacitação

A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) quer, nesse sentido, oferecer às pessoas interessadas, principalmente aquelas que já atuam nas mobilizações pró-vida nas dioceses e nos regionais, uma capacitação para este acompanhamento pós-aborto. Com inscrições até o dia 6 de fevereiro, o encontro de formação para capacitação será realizado entre os dias 13 e 16 do próximo mês, no Centro de Eventos e Hospedagem Sagrada Família, no bairro Ipiranga, São Paulo (SP).

FAÇA SUA INSCRIÇÃO

O curso será baseado na proposta do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) chamada “Projeto Esperança”, que está organizado a partir de quatro metas em nove etapas, numa proposta de acompanhamento longo às mulheres que passaram pela experiência do aborto.

Os sete benefícios

Este acompanhamento pós-aborto pode ajudar a:

  1. Lutar contra a tendência suicida;
  2. Evitar a busca por outro aborto;
  3. Compreender a rejeição que impede a cura;
  4. Oferecer menos interrupções nos compromissos atuais da afetada;
  5. Criar um estado emocional mais saudável;
  6. Desenvolver exercícios e habilidades de autoajuda adicional que educam no reconhecimento e tratamento do estresse relacionado ao aborto
  7. Construir um relatório que permite ao conselheiro encaminhar a pessoa afetada a um profissional ou motivá-la seguir no acompanhamento das SPA.

http://formacao.vidaefamilia.net.br/

Autor: Pastoral Familiar

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